Livro de cabeceira
May 16th, 2008

Agora chega de aquisições fílmicas por um tempo! São tantos títulos novos na coleção, e nenhum visto! Na expectativa de que no feriadão da próxima semana eu consiga assistir algo. Agradecimentos aos amigos Jonas (aka Jack Zombie) e Octavius (aka Killer Kid) por mais uma tonelada de filmes gravados.
- Mortos que Caminham (Merrill’s Marauders), de Samuel Fuller
- O Preço de Um Homem (The Naked Spur), de Anthony Mann
- Crime em Paris (Quai des Orfèvres), de Henri-Georges Clouzot
- À Procura da Vingança (Seraphim Falls), de David Von Ancken
- A Alcova (L’Alcova), de Joe D’Amato (Aristide Massaccesi)
- Tokyo Zombie, de Sakichi Sato
- Snuff, de Michael & Roberta Findlay
- Brand of Shame (aka Nude Django), de Byron Mabe
- A Seita (Los Sin Nombre), de Jaume Balagueró
- Nella stretta morsa del ragno (aka Web of the Spider), de Antonio Margheriti
- Na Trilha da Morte (Con la rabbia agli occhi / Death Rage), de Antonio Margheriti
- Rapinagem (Controrapina / The Squeeze), de Antonio Margheriti
- Contronatura, de Antonio Margheriti
- Verdades e Mentiras (F For Fake), de Orson Welles
- A Grande Guerra (La grande guerra), de Mario Monicelli
- Artistas e Modelos (Artists and Models), de Frank Tashlin
- Que? (What?), de Roman Polanski
- I’m a Cyborg, But That’s OK, de Park Chan-Wook
- Estamos Todos Bem (Stanno Tutti Bene), de Giuseppe Tornatore
- Fedora, de Billy Wilder
- A Morta-Viva (I Walked With a Zombie), de Jacques Tourneur
- Abby, de William Girdler
- 1941: Uma Guerra Muito Louca (1941), de Steven Spielberg
- O Risco de Uma Decisão (Bite the Bullet), de Richard Brooks
- Estripador de Las Vegas (Murder Set Pieces), de Nick Palumbo
- Os Invasores de Corpos (Body Snatchers), de Abel Ferrara
- Barbara Broadcast, de Henry Paris (Radley Metzger)

- O Retorno de Sweetback (How to Get the Man’s Foot Outta Your Ass), de Mario Van Peebles
- Schock, de Mario Bava
- Premutos, de Olaf Ittenbach
- Supervixens, de Russ Meyer
- Up!, de Russ Meyer
- Within the Woods [curta], de Sam Raimi
- The Grandmother [curta], de David Lynch
- Viva La Muerte, de Fernando Arrabal
- Troma’s All The Love You Cannes, de Lloyd Kaufman
- Troma’s War, de Michael Herz & Samuel Weil
- Naked Blood, de Hisayasu Sato
- Problemas Femininos (Female Trouble), de John Waters
- Tokyo Fist, de Shinya Tsukamoto
- Samurai Reincarnation (Makai Tensho), de Kinji Fukasaku
- Makai Tensho [Samurai Reincarnation Remake], de Hideyuki Hirayama
- Full Metal Yakuza, de Takashi Miike
- The Birdpeople in China, de Takashi Miike
- Happiness of the Katakuris, de Takashi Miike
- Izo, de Takashi Miike
- Zebraman, de Takashi Miike
- Operação Valkiria (Operation Valkyrie), de Dr. Jo Baier
- Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story), de Joseph Mankiewicz
- Eleição 2: A Tríade (Election 2), de Johnnie To
- Top Gang 1: Ases Muito Loucos (Hot Shots!), de Jim Abrahams
- Top Gang 2: A Missão (Hot Shots! Part Deux), de Jim Abrahams
- Top Secret - Superconfidencial (Top Secret!), de Jim Abrahams, David Zucker & Jerry Zucker
Sempre foi dito que os americanos gostam mais de peitões, enquanto nós brasileiros preferimos bundas grandes… Isso já mudou faz tempo! Atualmente quem manda no pornô yankee (e quiçá mundial) são as garotas com glúteos avantajados. Kristina Rose é uma delas:



UM HOMEM CHAMADO APOCALIPSE (Un uomo chiamato Apocalisse Joe), de Leopoldo Savona, sai pela Ocean com o mesmo título do VHS. Em nossos cinemas foi exibido como “Apocalipse Joe”. Trata-se de um dos melhores e mais movimentados westerns estrelados pelo Anthony Steffen! Detalhe que a imagem do cowboy ítalo-brazuca que aparece na capa do DVD foi escaneada (na maior cara de pau) do livro “Anthony Steffen - A saga do brasileiro que se tornou astro do bangue-bangue à italiana”, de Daniel Camargo, Fábio Vellozo & Rodrigo Pereira (Editora Matrix, 2007).
ATIRE PARA VIVER E REZE PELOS MORTOS (Prega il morto e ammazza il vivo), de Giuseppe Vari, também sai pela Ocean. Em nossos cinemas passou como “Mato os Vivos e Rezo Pelos Mortos” e em VHS saiu como “Atiro Para Viver, Rezo Pelos Mortos”. É um filme simples, porém os amantes do gênero deverão reconhecer o talento de Giuseppe Vari para o clima de tragédia que só os faroestes italianos tem.
OS ENCRENQUEIROS (Botte di Natale), de Terence Hill, é o último filme da dupla Hill & Spencer, e o título anterior (na TV e em VHS) era “A Volta de Trinity”. Pena que o Terence Hill como diretor seja fraquíssimo.

EL CONDOR, de John Guillermin, já saiu pela Ocean, em fullscreen. Segundo o site da 2001 Video, esta nova versão, da Wonder, está em widescreen, mas infelizmente tudo leva a crer que se trata de uma informação errada. Se realmente estiver no formato correto de tela, será uma agradável surpresa, já que nem nos EUA existe DVD em wide desse filme…
E mais:
- SANGUE NA LUA (Blood On the Moon), de Robert Wise
- SARGENTO YORK, de Howard Hawks
- AMANHECER SANGRENTO (aka “Amanhecer Violento”) (Red Dawn), de John Milius
- MONTY PYTHON - O MELHOR POR GRAHAM CHAPMAN (Monty Python’s Personal Bests - Graham Chapman), de Harry K. Garvin
- O VOYEUR (aka “O Homem que Olha”) (L’uomo che guarda), de Tinto Brass
O ataque dos div-x continua…

- Os Demônios (The Devils), de Ken Russell
- Stereo + Crimes of the Future, de David Cronenberg
- Dominados Pelo Ódio (Machine-Gun Kelly), de Roger Corman
- Tormenta Sob os Mares (Hell and High Water), de Samuel Fuller
- Uma Rua Sem Volta (Street of No Return), de Samuel Fuller
- O Barão Aventureiro (The Baron of Arizona), de Samuel Fuller
- Anjo do Mal (Pickup on South Street), de Samuel Fuller
- O Homem dos Olhos Frios (The Tin Star), de Anthony Mann
- The Seduction of Inga (Någon att älska), de Joseph W. Sarno
- Symptoms (aka The Blood Virgin), José Ramón Larraz
- Carter, o Vingador (Get Carter), de Mike Hodges
- Snuff 102, de Mariano Peralta
- Cidade do Medo (Fear City), de Abel Ferrara

- Farsa Trágica (The Comedy of Terrors), de Jacques Tourneur
- O Esquadrão Implacável (The Seven-Ups), de Philip D’Antoni
- A Árvore dos Enforcados (The Hanging Tree), de Delmer Daves
- A Última Carroça (The Last Wagon), de Delmer Daves
- O Destemido Sr. da Guerra (Heartbreak Ridge), de Clint Eastwood
- Bronco Billy, de Clint Eastwood
- Three… Extremes (Saam gaang yi), de Fruit Chan, Takashi Miike e Park Chan-Wook
- Jones, o Faixa Preta (Black Belt Jones), de Robert Clouse
- Bone, de Larry Cohen
- O Terrível Mister T. (Trouble Man), de Ivan Dixon
- Frankenhooker, de Frank Henenlotter
- A Sétima Vítima (Darkness), de Jaume Balagueró
- Terror em Mercy Falls (Fragiles), de Jaume Balagueró

XXX:
- Discovering Alexis Texas, de Belladonna
- Belladonna’s Cock Pigs, de Belladonna
- Raven Riley: Demonslayer – Succubus, de Jack Hemingway
- Ass Addiction 3, de Robby D.
- Insatiable, de Godfrey Daniels
- The Violation of Claudia, de William Lustig
Nome verdadeiro: Martina Jacova
País de origem: Eslováquia
Data de nascimento: 10 de novembro de 1978





OPERAÇÃO FRONTEIRA (The Shepherd: Border Patrol), de Isaac Florentine
Fronteira EUA / México, imigrantes ilegais, “coyotes”, narcotraficantes, policiais. Esse cenário já rendeu filmes sensacionais como O LIMITE DA TRAIÇÃO e FRONTEIRA DA VIOLÊNCIA. Esse aqui até que começa bem, mas aos poucos vai caindo no lugar comum, mostrando pela milésima vez um Van Damme amargurado e em busca de vingança… Por sorte a direção do Florentine não é má, e as cenas de ação são competentes, o que torna o filme ao menos assistível. No aguardo de J.C.V.D., que promete ser original e interessante, ao mostrar Van Damme interpretando a si mesmo e em plena decadência.

CHOCOLATE, de Prachya Pinkaew
Atualmente os dois coreógrafos de lutas que eu mais gosto são Panna Rittikrai e Donnie Yen. Acho que ninguém, desde os tempos áureos de Lau Kar-Leung, Yuen Woo Ping, Jackie Chan, Sammo Hung e Corey Yuen, conseguiu inovar (e empolgar!) tanto quanto esses dois. Depois de revelar ao mundo os incríveis talentos nas artes marciais e nas acrobacias de Tony Jaa e Dan Chupong, desta vez Panna Rittikrai nos presenteia com a jovem Yanin “Jeeja” Vismitananda. Em CHOCOLATE, uma espécie de RAIN MAN versão porrada, a garota tem uma dupla missão: interpretar uma autista, o que não é fácil, e ainda barbarizar um monte de marmanjos com seu refinado muay-thai, o que deve ter sido ainda mais difícil, já que ela não usa dublês e as sequências de combate são pauleira pura! Baixei um dvd-rip com ótima qualidade de imagem, porém com legendas não compatíveis com meu aparelho de dvd. Resultado: assisti em tailandês mesmo e consegui entender (quase) tudo, pois o filme é puramente visual, num estilo diferenciado do que Prachya Pinkaew mostrou em seus hits anteriores ONG-BAK e O PROTETOR, com uma narração que flui de acordo com a visão de mundo da protagonista. Um excelente review de CHOCOLATE pode ser lido no blog do Takeo Maruyama.

Yanin “Jeeja” Vismitananda